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Simão, o Caôlho - 1952

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Título: Simão, o Caôlho
Gênero: Comédia
Lançamento: 1952
Duração: 95 min.
Direção e Roteiro: Alberto Cavalcanti
Distribuição:
Produção: Alfredo Palácios e Maristela
Música: Souza Lima
Fotografia: Ferenc Fekete
Elenco: Mesquitinha, Rachel Martins, Carlos Araújo, Iara de Aguiar, Sonia Coelho, Cláudio Barsotti, Nair Bello

DVD - P&B



INFO:

Extraído do Canal Brasil com Apresentação de Luciano Ramos
Simão o Caolho é o filme nacional mais importante dirigido por Alberto Cavalcanti, este carioca que morreu em 1982 com 85 anos de idade, sendo considerado uma das maiores personalidades do cinema europeu, é o cineasta brasileiro até hoje mais conhecido internacionalmente. Em 1949 quando ele veio para o Brasil São Paulo contratado para montar a Vera Cruz, era conhecido como um dos três grandes cineastas do cinema inglês. Pouco depois saiu daquela empresa por absoluta incompatibilidade com as condições brasileiras de trabalho. Ficou no Brasil até 1954, período em que dirigiu três filmes, publicou um livro e lançou a idéia do Instituto Nacional de Cinema, que mais tarde se transformaria na Embrafilmes.

O filme baseado em personagens e crônicas de Galeão Coutinho, conta a história de um homem tímido e pacato que é transformado em um terrível libertino pelas
fofocas da vizinhança em que vive, vizinhança esta que é uma verdadeira reconstituição da Itália no centro de São Paulo. Alberto Cavalcanti usa seu talento de documentárista para mostrar o progresso da cidade entre 1932 e 1952. O filme critica a desumanização da cidade e profeticamente o populismo da nossa vida política. Numa determinada cena o ator Mesquitnha lembra muito o estilo oratório de Jânio Quadros. E é curioso como Jânio Quadros veio a se tornaria um politico famoso anos depois.

O
ator e diretor Olympio Bastos, ficou conhecido como Mesquitinha, nome adotado para representar, e se tornou o maior nome da comédia brasileira na década de 40. Veio para o Brasil em 1907, especificamente para São Paulo, vindo a naturalizar-se brasileiro.
Em 1936, Mesquitinha estreou na direção cinematográfica com "João Ninguém ", primeiro filme brasileiro com uma seqüência colorida. Mesquitinha dirigiu quatro filmes, mas o sucesso veio mesmo com "Simão, o Caolho ".


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